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O indesejável chamado passado

O indesejável chamado passado

0 Comentários 🕔31.jul 2018

Ainda bem que o passado não há como apagar

 

Por motivos diversos agentes políticos, eleitores e demais envolvidos em política tem um inimigo em potencial: o passado. Valendo-se como referência o famoso filme de terror do final dos anos 90, todos eles – políticos e envolvidos – sofrem da síndrome do ‘eu vi o que vocês fizeram no verão passado’ a cada nova campanha eleitoral, porque jornais impressos não podem ser apagados e tampouco os folhetos (chamados santinhos).

Então todos os eleitores de Bolsonaro tentam imprimir uma realidade inexistente desmentida a uma simples pesquisa em bibliotecas espalhadas pelo país (vá na biblioteca, computador é muita preguiça). Como a capa de A Nação, de 1970, quando Garrastazu Médici faz um comentário que virou manchete de um jornal conservador. E não adianta espernear que é fake.

Da mesma forma Esperidião Amim coloca a cabeça pra fora assanhando-se numa candidatura a governador. Pergunte a ele se este santinho que está aí ilustrando a matéria poderia estar queimando na fogueira do inferno. Por ele não existiria. Terá que se explicar durante toda campanha para um público conservador que quer Bolsonaro na presidência.

Portanto caros amigos, pesquisem sobre os candidatos que estão se apresentando a sociedade como preocupados com sua vida. Você achará vestígios do “verão passado”. Não se deixe levar pelo sorriso, o abraço ou um favorzinho individual que não resolverá sua vida. Faça desta nova eleição o ‘eu ainda sei o que vocês fizeram no verão passado’, continuação do original do passado.

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Bola Teixeira

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Jornalista, amante de blues e do bom e velho rock and roll, sediado em Balneário Camboriú - SC, mas com os olhos e ouvidos abertos para os acontecimentos do mundo.

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