

Roupa suja do Ruth
Soube que a reunião portas fechadas para discutir o Hospital Ruth Cardoso teve seus motivos. O clima esquentou brabo conforme afiançaram fontes presentes na reunião. Os representantes do governo estadual minimizaram a situação afirmando que o período de virada do ano passando de mãos foi um complicador no dia a dia do hospital.
Roupa suja 1
O que teria sido colocado na mesa foram as condições de funcionamento do hospital durante o governo de Fabrício Oliveira. Contrato para tudo, terceirização para todos, empresas envolvidas, salários altos, acima da média de mercado paga aos profissionais médicos, enfim uma situação que confirma o real motivo da estadualização: se livrar de um problemaço.
Roupa suja 2
Um dos mais cobrados teria sido o vereador Ricardinho por muito tempo funcionário do hospital, seu principal reduto eleitoral.
Roupa suja 3
A situação estarrecedora do hospital poderia ser motivo para denúncia judicial, mas um acordo de silêncio teria sido acordado a pedido do governador Jorginho Mello para poupar seu pupilo Fabrício Oliveira. Aliás, o governo atual sinalizou tanta merda cometida pelo governo Fabrício, mas até agora nada de proteger o interesse público.
Falando em saúde
A prefeita Juliana, lembro, foi para as redes sociais comemorar a estadualização, afirmando que com a medida ela terá mais tempo para olhar pela saúde básica da população através de seus mecanismos do tipo UBS, UPA, posto de atendimento e políticas públicas. Do que adianta se todos esses serviços são prestados por empresas terceirizadas mais preocupadas em ganhar dinheiro do que oferecer serviços ideais como a prefeita preconiza nas suas redes sociais. Um exemplo clássico: os médicos comunitários. Aqueles que estão nos postinhos de saúde. O nosso aqui não passa de um funcionário da empresa terceirizada, nada mais do que isso.
No São Judas
Está bem acelerada a obra de uma UBS ou UPA, não sei. Será uma unidade de saúde fisicamente de alta linha, grande. Mas, e os serviços, o que podemos esperar? Logo, logo será entregue a obra sendo anunciada a empresa terceirizada. E nada muda.
Ruído
A atuação do jornalista Waldemar Cezar Neto no questionamento do Plano Diretor vem causando problemas de relacionamento no alto da Dinamarca. Nas reuniões internas que tentam buscar soluções as polêmicas levantadas, os comentários seriam de que o presidente da Emasa, Auri Pavoni, estaria alimentando o discurso do jornalista. Durma com um barulho desses.
Go to Miami
Diogo Catafesta e Arrigo Majoni, paredros da Fundação de Esportes de BC, de malas prontas para viajar a Miami acompanhar um torneio milionário de padel, sob a justificativa (para a liberação das diárias) de que a competição poderá vir para a cidade. Ninguém sabia de nada disso, afinal não foi dada publicidade (princípio público básico) do interesse da municipalidade em bancar um torneio do nível.
Na Folha
O vereador Eduardo Zanatta emplacou o artigo Tarifa Zero é correção de sistema regressivo na Folha de São Paulo em resposta ao artigo de José Luis Portela que criticou o modelo do transporte gratuito. Zanatta recheou seu texto de argumentos praticamente impossível de ser refutados ou replicados. A democracia é a arte do convencimento pelos argumentos e não pelo arremesso de perdigotos em voz alta.
Atenção, cuidado!
Confira com atenção os preços praticados nos supermercados da cidade. Fui no Koch do Nova Esperança e vi uma promoção muito boa de Spaten. Na prateleira estava lá, 3,49 a unidade, 3,29 levando mais de 8 unidades. Levei uma caixa. Para minha surpresa o preço da unidade, no caixa, estava 3,99. Paguei 3,29, apesar da cara contrariada da funcionária. Tinha outro produto, aqueles bifinhos pra cães, de 11 e pouco por 8 e pouco. No caixa, 22 reais, esse nem fiz a funcionária lá conferir na prateleira. Descartei. Então, uma conta que tinha sido de 126 caiu para 47 reais.
Atenção, cuidado!
Minha filha foi no Beto Carreto. No guichê, uma promoção de 400 reais pelo pacote. Pra todos? Não, por cabeça. Diante do protesto, a funcionária baixou o preço. Nisso chega uma amiga dizendo que comprou por cento e poucos reais no outro guichê ali perto. Vai vendo.
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