

Vassoura nova
Há praticamente um ano foi realizada uma reunião no gabinete da prefeita Juliana Pavan para tratar a respeito da reurbanização do calçadão da Central, o chamado, sei lá porque cargas d’água, de Boulevard Rogério Rosa. O projeto, apresentado ao ex-prefeito Fabrício Oliveira, foi reapresentado pelo empresário Francisco Silva a prefeita recém empossada (na foto ela debruçada sobre o projeto). Eu estava lá, junto com o jornalista Waldemar Cezar Neto e mais uma dúzia do staff da prefeita que afirmou com toda as letras ser uma prioridade sua, determinando então celeridade.
Três doritos despues…
Nada avançou no projeto. Pelo contrário. O novo head do grupo de empresários que bancou o projeto do aterro da praia, Marcos Gracher, teria sido procurado para que assumisse também o calçadão da Central, ou seja, pagar o projeto de execução. Imagina só, os empresários pagam e os políticos assumem o protagonismo. Aí fica fácil.
Fiozarada
Quase a mesma situação passa a os ninhos de ratos que é nossa fiação na Brasil. O projeto foi pago pela iniciativa privada, sob a promessa de execução da prefeitura. Até agora, nada.
Ainda a educação
Vi um vídeo do vereador Samir produzido horas antes do reinício do ano letivo da rede municipal. Ele se gabava que estavam resolvendo a situação da fiação do colégio, senão me engano, o Ghislandi. No vídeo, que eu lembro, estavam o vice Nilson Probst e o eterno interino da Educação Leandro Índio da Silva. Mal sabe ele que resolver fiação horas antes do reinício das aulas é demonstração de incompetência, afinal, quando iniciou o recesso escolar foi anunciado que no retorno estaria tudo certo nas escolas da rede municipal. Parece que a culpa foi da empresa contratada. Está certo.
Briga de egos
Perguntei a um secretário do município: você está feliz no cargo? Ele respondeu que não é fácil lidar com tantas diferenças de interesses. Insisti: e internamente, entre seus pares. Aí ele torceu o nariz. Coincidência, ou não, conversando com outro que recebe holerite mensal pela prefa, ele disse que secretários medem poderes, que não há uma unidade orgânica no governo.
Acomodações
Sem ter um corpo orgânico onde todo mundo trabalha com um só objetivo, resta a prefeita acomodar situações, tirando um daqui para colocar ali, tirando outro dali para colocar acolá. Na política não é fácil brigar com quem está aparentemente contigo. Eu disse, aparentemente.
Indecisão
Isso serve para secretariado que a prefeita disse, ano passado, que passaria por uma reforma. No início 2026 o que se viu foi uma pequena e pontual acomodação. Ninguém perdeu o cargo. Quem atuava de forma semelhante era o sumido ex-prefeito Fabrício Oliveira. Seu fogão trabalhava sempre em modo banho maria, ou seja, com decisões que perduravam dias, meses, anos… aguardando o desgaste do conteúdo da frigideira.
Não faz…
… e não deixa fazer. Fiquei bem chateado com vídeo divulgado pelo Diarinho de um proprietário que mantinha os canteiros da Terceira Avenida (do outro lado do Imperatriz) em frente a sua loja, todos floridos. A Ambiental não deixou ele manter os canteiros que retirou tudo inclusive, mudas de árvores. Você olha a cidade e seu aspecto urbano está igual dos tempos do ex-prefeito com alguns canteiros floridos oficialmente, e muitos pontos abandonados.
Tira a planta
Como esse ponto da foto na Central, bem em frente a antiga rodoviária colocada abaixo. Foi feito um recuo da faixa de pedestre em direção a Rua 600 e para forçar o pedestre a utilizar a faixa foi plantada vegetação alta na esquina impossibilitando a passagem. O que aconteceu? Com o tempo e o pouco caso da municipalidade, abriram espaço na vegetação para atravessar na esquina. Eu vejo coisa.
Pois então…
Na véspera da posse entreguei uma pauta para a prefeita eleita. Entre as ideias, sugeri um plano paisagístico de transformar a Terceira e Quarta Avenida em boulevares com árvores de floração em diferentes épocas do ano. Ela achou legal e pediu que lhe entregasse o impresso da pauta de ideias. Ficou nisso e quem quer fazer alguma coisa, não pode.
Cães abandonados
A saga da estrada da Sultepa continua. Quando não havia aquele asfalto meia boca era local de desova de presuntos. Agora é o local preferido dos fdps que abandonam cães. É quase que diário e arrisco a dizer, a prefeitura tem parte de culpa. Há anos a comunidade pede a urbanização daquela estrada. Ou seja, asfaltado, iluminado e com câmeras de segurança que certamente iriam inibir a ação desses fdps. Soube que uma emenda do deputado Júlio Garcia teria sido liberada já no ano passado no valor de um milhão de reais, mas até agora nada, a estrada continua recebendo cães abandonados.