

Antes de dar a palavra a prefeita Juliana Pavan e ao cidadão atento, olhe essa foto. Esse é o resultado de uma doença onde o comerciante lima o numeral 13 por convicção política. É muita insanidade culpar numerais por sua imbecilidade política. Esse não merece ter clientes.
Com a palavra, a prefeita
Boa tarde Bola, confesso q me surpreendeu a publicação sem que houvesse a busca pelas informações atualizadas, especialmente considerando que você participou da reunião início do ano passado (eu tinha acabado de assumir) e tem acesso direto à Prefeitura. Como a informação não foi procurada, faço questão de esclarecer.
O projeto do Calçadão da Central não está parado. Ao assumirmos a prefeitura, identificamos pontos fundamentais que não estavam contemplados, inclusive após aquela reunião q você participou, tiveram outras e isso foi falado, como o enterramento do cabeamento elétrico e de telecomunicações, além de adequações técnicas relacionadas à drenagem e às redes subterrâneas.
Esses ajustes estão em andamento, com trâmites junto à Celesc (eu mesma estive na Celesc em Floripa faz 2 semanas e solicitei agilidade nisso) e revisão técnica necessária pra garantir que a obra seja executada com qualidade e segurança.
Trata-se de uma intervenção estruturante, que exige planejamento e aprovação técnica. E sem contar que precisamos ter controle sobre o prazo de execução pra não prejudicar comerciantes e turistas. Ou você acha que era só ajustar o projeto após aquela reunião e tocar a obra de qualquer jeito? Claro que não, né.
Não assumi a prefeitura para entregar nada pela metade e muito menos com má qualidade. Aquele projeto precisa ser completo e à altura da importância do Calçadão para a cidade.
Permaneço, como sempre, à disposição pra qualquer esclarecimento prévio antes de novas publicações, caso você tenha interesse.
Cidade suja
Manifesto de um cidadão de BC, lembrando que a limpeza da cidade está a cargo de uma terceirizada, a Ambiental, sob a fiscalização da secretaria de obras.
“O que mais me deixa espantado haja visto que o pais dela foi um exímio caprichoso na cidade fez muita coisa, por exemplo, as calçadas da Brasil onde tem aqueles mercadinhos, aquilo está um nojo. Tem uma calçada perto da rua das sombrinhas, aquela calçada tá preta, está imunda, está fedida. A cidade, na sua essência, está suja. Caminhei entre a Rua 3000 até o molhe do pontal norte e retornei, não encontrei uma pessoa dando uma catadinha, uma varridinha na areia da praia. Para mim eles estão pecando naquilo que é mais essencial. Outro exemplo, a vegetação rasteira do trecho novo da orla, eles não estão fazendo a manutenção da vegetação nativa que foi condição básica para que o IMA aprovasse a orla. A restinga está lá com mais mato do que restinga. Então me causa espanto”