

Índice BBT de aprovação
Quem acompanha o programa diário Bote a Boca no Trombone na Menina FM sabe muito bem como está a imagem do governo de BC. Quando há pouca reclamação é porque vai bem. Quando começam as reclamações é sintomático: a coisa vai mal. E quando os comentários partem para o deboche, aí a coisa vai de mal a pior.
Índice BBT de aprovação II
Atualmente, por conta da chuvarada, os buracos nas ruas e avenida são os vilões. E a resposta da Secretaria de Obras beira o ridículo, afinal a metodologia tem sido umas pás de asfalto, umas batidinhas para deixar mais ou menos alinhado e lá vai o caminhão embora. Resultado. Horas depois o asfalto está todo esfarelado. A prefeita Juliana não tem acertado na escolha de seus secretários de obras. Muito fracos.
Estrada da Sultepa
A coisa vai tão a deriva que os piquetes demarcadores da futura reurbanização da estrada da Sultepa sumiram. Minto. Sobraram dois. Empresário atento me perguntou se levaram os piquetes para enganar em outra freguesia. A prometida reurbanização está demorando muito, enquanto isso o precário asfalto do leito da estrada esfarela sem dó e os buracos tomam conta. Não adianta anunciar e demorar uma eternidade para executar.
Na defesa
Quando a coisa não vai bem, a população reage e os opositores tem um prato cheio para fazer política. E o governo, bem, o governo fica na defensiva tentando explicar porque tá ruim. Vi isso quando o Fabrício meio que largou a prefeitura na segunda metade de seu segundo mandato.
Mudança
E aí vem a engronha da reforma do secretariado que se arrasta há praticamente um ano. Agora será para depois da eleição. Basta saber se, de fato, será uma reforma ou acomodações entre os já conhecidos colaboradores.
Ninguém quer
Nos bastidores, a prefeita Juliana Pavan diz que quer e precisa mudar, mas, quem ela quer que assuma, não quer. Só aquelas figurinhas carimbadas de sempre.
Quem diria, hein?
O bolsonarista raiz, daqueles que ignoram os protocolos e liturgias do cargo político, Robson Coelho, prefeito de Itajaí, anunciou que irá desapropriar a estrutura do Fayal (IFES), no bairro São Vicente. O objetivo é transformar o espaço de mais de 31,5 mil metros quadrados na maior escola pública de tempo integral do estado, com capacidade para cerca de 2.700 alunos.
Atropelada
Com o anúncio, a prefeita Juliana Pavan foi atropelada. Mas, por quê? Porque a Juliana fez barulho, muito barulho, antes mesmo de assumir que a reconstrução do CIEP seria a prioridade das prioridades. Lembro que ela gravou alguns vídeos e chegou a dizer que chamaria os empresários da construção civil para agilizar a construção. Não se ouviu mais falar sobre o CIEP. E para a surpresa de todo mundo, um bolsonarista vai bancar a escola de tempo integral. Diz ele, né. Vamos aguardar.
Aliás…
… Robson Coelho vem surpreendendo positivamente. Destinar uma praia para os pets itajaienses foi uma grande sacada. Enquanto isso, os pets de BC têm que frequentar os espaços improvisados e apertados do ex-prefeito que, pelo jeito, a nova administração aprovou. Deus me livre destinar grande áreas de especulação imobiliária, mesmo que provisórias, e a praia de Taquarinhas pros nossos pets tomar sua vitamina D.
Lei de Incentivo (LIC)
O mês de dezembro marca 15 anos da Lei de Incentivo à Cultura (LIC) de Balneário Camboriú. O primeiro edital aconteceu em 2013. Uma bela oportunidade para reunir, e valorizar, boa parte dos produtos culturais aprovados – e seus proponentes – nesses anos todos. É muita produção. Daria uma bela programação. Como o pessoal da prefa adora dar nome em tudo poderia se pensar em batizar a LIC, como Álvaro Silva foi homenageado pelo edital de literatura.
Painéis lavados
Depois de um longo e tenebroso inverno, finalmente os painéis dos túneis de BC estão sendo lavados e a vegetação invasiva, retirada. Aquelas obras, dizem, custou uma fortuna, então tem que deixar sempre limpinhas.
Lidando com GM
Aí vejo que o Tomas Francisco Garcia terá (ou já tem) nova diretora, apresentada como preparada para o cargo pelo seu rico currículo. Agora imagina só. Uma diretora com rico currículo que, em nenhum momento, seja na graduação, pós ou doutorado aprendeu sequer um minuto como lidar com a presença da guarda municipal em um ambiente escolar. Que doidera. Para quem não sabe, o Thomás vai virar escola cívica/militar.
Em tempo…
… a engrenagem na educação permanece sem lubrificar.