

Bola tigreso
Ontem, claro que sem ter o que fazer, o artista gráfico, chargista e véio chato, Kiko Novaes, enviou essa imagem feita por IA. Eu nos braços dos “tigres” do missão que passaram por aqui soltando foguetes e escarrando palavrões. Minha imagem parece real, mas o Kiko diz que trata-se de uma produção “tosca”, feita em ”slop IA”. Imagina só um IA Pro?
Vizinhos na marginal…
… e fala provocativa sobre a família: “Não sou um defensor no discurso, sou um defensor na prática”. “São valores que fazem parte do meu cotidiano, da minha atuação e eu navego com eles com profunda naturalidade sem precisar de nenhum ensaio”, Fabrício Oliveira.
Sentiu
A prefeita Juliana Pavan, criticada por ter subido no caminhão de campanha de CH que faz campanha para Flávio e Jorginho, realizou uma reunião entre seus comissionados, os do PSD, exigindo comprometimento com a campanha de CH e João Rodrigues. Ontem (domingo) chamou uma coletiva de improviso – recheada de comissionados – com o ex-prefeito de Chapecó que não parecia tão animado, pelos menos nos vídeos que vi circulando.
Pavans tímidos
Juliana pegou férias. Leonel, não. Tô achando pai e filha bem tímidos no engajamento a candidatura de João Rodrigues. Sobre Juliana, soube que pega uma folga e depois retorna para a campanha de JR, mas concentrada em ações na cidade. Muito pouco.
JR sem discurso
João Rodrigues só tinha uma atitude a ser tomada quando decidiu ser candidato, cortar seu umbilical bolsonarista. De nada adianta se declarar bolsonarista, se já tem um candidato que é o Jorginho, ao lado de Carlos e Jair Renan. Embora simpatizante (tirou foto de rosto colado com Michele), Juliana bancou sua candidatura contra o bolsonarismo e venceu. Isso quer dizer que posicionamento dá voto.
Disputa por espaço
Estamos a praticamente 15 dias das eleições e Balneário Camboriú experimenta uma disputa por votos entre pretensos candidatos a sucessão de Juliana Pavan envolvendo três nomes em especial: Fabrício Oliveira, Edson Piriquito e Carlos Humberto. Os três estão de olho nas urnas da cidade. Fabrício costurou a candidatura de Victor Forte justamente para tirar votos de seus oponentes, um deles, o Piriquito, pasme, do mesmo partido político.
Maldade sutil
Assim como nos tempos que predominavam os folhetos apócrifos com maldades feitas a facão, hoje também acontece na era digital, aliás, muito mais fácil e “real” por conta do IA. Veja essa imagem sugerindo que Piriquito chancela a candidatura de Fabrício. Tá na cara que é fake, não acha?
Maldade sutil 1
No folheto que circula por aí, Piriquito posa como eleitor de Fabrício. Por que eleitor? Oras, porque sequer mostra seu número de candidato a deputado.
Desleais
O que se tem visto muito nesta campanha são as deslealdades partidárias e das candidaturas majoritárias. E, pelo jeito, está liberado, já que o tribunal eleitoral não age. Vou dar dois exemplos. O primeiro deles aconteceu numa sinaleira em Lages. Uma garota muito simpática se aproximou para entregar folheto de um candidato do Novo. Ela, claro, estava no ganha pão dela. Sequer estava convicta de que seu candidato é confiável. Então, olho os folhetos e em nenhum deles aparece a figura do candidato Romeu Zema, de fato, uma canalhice.
A nossa Ciça
A vereadora Ciça Muller, candidata a deputada pelo PDT, não está muito convicta de sua condição trabalhista e omite em suas falas e ações os nomes de Merísio, Décio Lima e Lula. Talvez Ciça tema por viver numa cidade, dita, conservadora. Mas aí temos uma solução, mudar de partido político, muito embora a gente conheça todo o pragmatismo pedetista.
Achutti no P(h)odemos
E dizer que Marcelo Achutti é Paulinha e Marquinho desde chiquitito.